O trabalho “ Haja Saúde”, da jornalista da TSF, Maria Augusta Casaca,
ganhou, por unanimidade do júri, o Primeiro Prémio de Jornalismo ANMP 2007. O júri considera que o trabalho da jornalista “reflecte integralmente o espírito do Prémio, ao retratar uma região do País - a serra do Caldeirão - onde as unidades Móveis de Saúde, criadas pelas autarquias, actuam junto das populações isoladas e carenciadas de cuidados médicos, desenvolvendo um papel de especial relevo na prestação de cuidados médicos aos doentes e no combate ao isolamento das populações”.
O júri destacou ainda o realismo e sensibilidade da reportagem que permite “ver” o modus vivendi da população e perceber a importância desta iniciativa autárquica, pois muitas vezes, “são as Unidades Móveis de Saúde o único ponto de contacto dessas populações com o mundo exterior”.
Menções honrosas
“Apoios Municipais à Cultura” - “Público” Joana Gorjão Henriques
“Ilha da Solidão” - SIC Pedro Coelho
Também por unanimidade, o júri decidiu atribuir menções honrosas à jornalista do “Público” Joana Gorjão Henriques pelo seu trabalho “Apoios Municipais à Cultura” e ao jornalista da SIC Pedro Coelho , pelo trabalho “Ilha da Solidão”.
Em relação ao trabalho apresentado por Joana Gorjão Henriques, o júri salientou o facto de se tratar de “um trabalho que aborda a nível nacional uma vertente das atribuições autárquicas (a Cultura) de forma bastante circunstanciada e realçando o facto de muitas vezes serem as autarquias as únicas entidades a promoverem e apoiarem as actividades culturais”.
Quanto ao trabalho apresentado por Pedro Coelho, o júri fundamentou a sua decisão com o facto de “destacar de forma impressiva o papel multidireccional de uma autarquia numa zona de baixa densidade populacional e desprovida de recursos, que contribui de forma decisiva para garantir a viabilidade de uma ilha que, sem a sua intervenção, estaria porventura condenada ao empobrecimento e despovoamento”.
Os prémios foram atribuídos por um Júri composto por Jornalistas indicados pelo Clube de Jornalistas e um representante da ANMP, sem direito a voto. Os prémios serão entregues em acto público a realizar em 2007, em Ponta Delgada, por ocasião da realização do XVII Congresso da ANMP, dias 15 e 16 de Junho de 2007.
O Prémio de Jornalismo instituído pela ANMP é uma realização conjunta da ANMP e do Clube de Jornalistas, entidade que nomeia os elementos do júri com direito a voto.
Os Prémios de Jornalismo ANMP - Associação Nacional de Municípios Portugueses, instituídos pela Associação Nacional de Municípios Portugueses em colaboração com o Clube de Jornalistas evocam na sua designação o Poder Local Democrático e o seu contributo para o desenvolvimento de Portugal.
O Prémio de Jornalismo Poder Local - ANMP será atribuído, anualmente, ao jornalista profissional, autor do melhor trabalho produzido, no ano anterior, em todo o universo dos Media - Imprensa, Televisão, Rádio e Internet, sobre o Poder Local, a gestão autárquica e as dinâmicas da gestão autárquica que contribuem para o bem-estar das populações e desenvolvimento de Portugal.
Natureza dos Prémios
Prémio de Jornalismo ANMP2007
_ Um Troféu evocativo do Poder Local Democrático/ANMP
_O valor pecuniário do Prémio ANMP será de 7500 (sete mil e quinhentos euros) em 2007
_ Um computador portátil
_ Estadia para 2 pessoas, durante três dias, numa Pousada de Portugal, situada em Portugal.
As menções Honrosas Prémios de Jornalismo ANMP
Um Troféu evocativo do Poder Local Democrático/ANMP.
Um computador portátil.
Um fim-de-semana para duas pessoas numa Pousada de Portugal.
Acta da Reunião do Júri dos Prémios de Jornalismo da ANMP
No dia 2 de Maio de 2007, reuniu na sede do Clube de Jornalistas o júri do Prémio de Jornalismo Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) 2007, composto pelos seguintes elementos:
Em representação da ANMP participou João Tocha.
Em representação do Clube de Jornalistas: Eugénio Alves, Luísa Botinas, Carlos Barbosa de Oliveira e Paulo Simões (“Açoreano Oriental”)
Candidataram-se, ao Prémio da ANMP 2007, 15 trabalhos, sendo sete da Imprensa escrita, seis da Rádio, um da Televisão e um da Internet, cujos títulos e candidatos se encontram na lista que se anexa a esta acta.
O júri decidiu, por unanimidade, não admitir a concurso um dos trabalhos apresentados pela jornalista do Diário de Notícias, Paula Sanchez, publicado em 2005, por não respeitar o Regulamento do Prémio, quanto à data de publicação.
Apreciados os restantes trabalhos, o júri decidiu, por unanimidade, atribuir o Primeiro Prémio ao trabalho “ Haja Saúde” da jornalista da TSF, Maria Augusta Casaca, por ter considerado que “reflecte integralmente o espírito do Prémio, ao retratar uma região do País - a serra do Caldeirão- onde as unidades Móveis de Saúde, criadas pelas autarquias, actuam junto das populações isoladas e carenciadas de cuidados médicos, desenvolvendo um papel de especial relevo na prestação de cuidados médicos aos doentes e no combate ao isolamento das populações”.
O júri destacou ainda o realismo e sensibilidade da reportagem que permite “ver” o modus vivendi da população e perceber a importância desta iniciativa autárquica, pois muitas vezes, “são as Unidades Móveis de Saúde o único ponto de contacto dessas populações com o mundo exterior”.
Também por unanimidade, o júri decidiu atribuir menções honrosas à jornalista do “Público” Joana Gorjão Henriques pelo seu trabalho “Apoios Municipais à Cultura” e ao jornalista da SIC Pedro Coelho , pelo trabalho “Ilha da Solidão”.
Em relação ao trabalho apresentado por Joana Gorjão Henriques, o júri salientou o facto de se tratar de “um trabalho que aborda a nível nacional uma vertente das atribuições autárquicas (a Cultura) de forma bastante circunstanciada e realçando o facto de muitas vezes serem as autarquias as únicas entidades a promoverem e apoiarem as actividades culturais”.
Quanto ao trabalho apresentado por Pedro Coelho, o júri fundamentou a sua decisão com o facto de “destacar de forma impressiva o papel multidireccional de uma autarquia numa zona de baixa densidade populacional e desprovida de recursos, que contribui de forma decisiva para garantir a viabilidade de uma ilha que, sem a sua intervenção, estaria porventura condenada ao empobrecimento e despovoamento”.