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 XIII CONGRESSO da ANMP Lisboa, 12 e 13 de Abril de 2002

» Órgãos da ANMP (Eleitos em 13 de Abril de 2002)
» Linhas Gerais de Actuação

» Moções:     1    |   2   |   3 


 

O XIII Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses, que decorreu em Lisboa, em 12 e 13 de Abril, constituiu-se, com a presença massiva de Eleitos Locais de todo o país – mais de um milhar de Autarcas – na maior Reunião Magna alguma vez realizada.

Tendo como lema central a expressão do desejo descentralizador com que os Municípios fazem a actualidade política – e que serviria, aliás, de fundo à inter-venção do Primeiro-Ministro –, os trabalhos tiveram lugar sob a máxima de um “Portugal Descentralizado, Poder Local Qualificado”.

Transformado em festa maior da instituição autárquica, ponto de encontro de todos aqueles que a servem nas quatro partes do país, do interior ao litoral, de norte a sul, da Madeira aos Açores, o Congresso da ANMP, que teve lugar no Pavilhão Atlântico, no parque das Nações, cedo traria ao vasto recinto um desusado movimento.

Momento de reencontro para antigos autarcas, também ocasião de conhecimento daqueles que, renovando, pela primeira vez chegam aos Municípios ou Freguesias, a iniciativa viabilizava de novo o abraço amigo, a oportunidade para, enquanto se auguravam boas-vindas, se encontrarem as novas personagens do Poder Local.

Hasteadas na imensidão dos mas-tros do Pavilhão, aos pares, de três a três, as bandeiras dos Municípios, desfraldadas ao vento, evidenciavam a dimensão, enorme, de uma organização, o Congresso, que é, tem de continuar a ser, sempre mais aprofundadamente, o grande acontecimento da vida autárquica portuguesa.

A sala, muito ampla, vai-se enchendo com os congressistas que, não só presentes, são sobremodo participantes de um conclave que há-de aprovar - documento relevantíssimo - as Linhas Gerais de Actuação, instrumento fundamental que irá balizar o essencial da futura actividade política da ANMP.

Mas um momento também de grande importância vai decorrer no segundo dia dos trabalhos quando, em percentagem relevantes, e elegem os novos corpos estatutários da Associação, designadamente a Mesa do Congressos e os Conselhos Directivo, Geral e Fiscal.

Serenamente, com a maturidade política de que têm dado sobejas provas ao país que servem - e que neles se reconhece - os Autarcas, oriundos de Câmaras e Assembleias Municipais, de Assembleias e de Juntas de Freguesia, dão firme sequência às equipas dirigentes da estrutura que os aglomera e representa, renovando, de tal jeito, uma certeza que sempre caracterizou - e individualizou no panorama institucional português - a Associação Nacional de Municípios Portugueses.

Em espírito de unidade, em ambiente de grande coesão, esquecendo o que, partidariamente, pouco os separa quando comparado com o muito que os cimenta, o Eleitos Locais, sem excepção, proclamam ao país um empenhamento e uma disponibilidade inquestionável para, com as populações que os elegem e, assim, os legitimam, levarem Portugal adiante nos caminhos do desenvolvimento, do progresso que há-de transformar, quali-tativamente, a vida de todos.

E o Hino Nacional, cantado em uníssono, ficará a ressoar nas paredes do Pavilhão Atlântico, assim transformado no Portugal inteiro, como penhor de fidelidade ao projecto de serviço que, em prol da liberdade e da democracia, do bem-estar, a todos motiva.